Sábado, Outubro 10, 2009
Sexta-feira, Setembro 11, 2009
Sexta-feira, Julho 24, 2009
Experiência nº.1 | Espasmos de Choro
Aconteceu ontem...e pela primeira vez apanhei um susto com o Simão como nunca me tinha acontecido! Numa descrição rápida... uma birra, um choro desenfreado e forçado, falta de ar, a cara roxa e.....uma corrida para o jardim com ele estendido no colo sem qualquer reacção... Eu sempre calma, a falar com ele numa tentativa de o despertar, a mostrar as flores e os passarinhos - “Simão olha a rua, olha as flores que tu regaste”...eu sempre calma... (mentalmente a lembrar-me dos relatos da minha mãe quando eu fazia o mesmo em pequena e de quais as medidas que ela tomava)....e eu sempre calma... De repente o Simão recupera os sentidos, olha-me com ar estranho e solta a primeira palavra “rua!” Eu, que até então estava calma “desmancho-me” num choro compulsivo como se....como se.....nem encontro a palavra certa! Para mim aqueles segundos foram uma eternidade!!!
A verdade é que relatos como este não faltam na blogosfera.... que é uma situação, encarada pelos entendidos, como uma reacção frequente em algumas crianças perante situações de frustação/contrariedade numa tentativa (será tentativa ou certeza??) de chamar a atenção. E que...se pressentem o nosso pânico podem voltar a repetir porque sabem que assim conseguem o que querem.
Hoje de tarde o 'Dr. Fish 'calmamente explicou-me por telefone a causa destas situações (depois de eu já ter quase uma dissertação sobre o assunto, fruto das pesquisas na net...[quem é que descansa sem saber o que se passa com um filho?] e que não devia dar importância porque é um “jogo” que ele está a começar a treinar para medir forças (Espero bem que tenha sido o primeiro e último treino) e que não devo dar importância para não ser dominada! Sacana do piralho, tão pequenino, tão querido, tão lindo, tão indefeso (ou não) a querer medir forças! “Ok... percebi a parte teórica!”
Agora... digam-me quem é que consegue ficar indiferente ou não dar importância a um filho esmorecido no colo, sem reacção, de cor roxeada, a revirar os olhos? A quantidade de sentimentos que num pequeno instante nos percorrem o corpo e que nos fazem sentir a fragilidade da vida! E a vontade de gritar bem alto (como se valesse de alguma coisa) “Simão volta para a barriga da mamã, aí estás mais seguro!”
Enfim... pode ser que um dia consiga alcançar essa segurança e esse distanciamento... a experiência ensina-nos a exercitar essas coisas.... até lá...
E Simão fica aqui um aviso para ti! Se queres medir forças com a mamã, brincamos ao “braço de ferro” Não voltas a fazer isto! Combinado??
A verdade é que relatos como este não faltam na blogosfera.... que é uma situação, encarada pelos entendidos, como uma reacção frequente em algumas crianças perante situações de frustação/contrariedade numa tentativa (será tentativa ou certeza??) de chamar a atenção. E que...se pressentem o nosso pânico podem voltar a repetir porque sabem que assim conseguem o que querem.
Hoje de tarde o 'Dr. Fish 'calmamente explicou-me por telefone a causa destas situações (depois de eu já ter quase uma dissertação sobre o assunto, fruto das pesquisas na net...[quem é que descansa sem saber o que se passa com um filho?] e que não devia dar importância porque é um “jogo” que ele está a começar a treinar para medir forças (Espero bem que tenha sido o primeiro e último treino) e que não devo dar importância para não ser dominada! Sacana do piralho, tão pequenino, tão querido, tão lindo, tão indefeso (ou não) a querer medir forças! “Ok... percebi a parte teórica!”
Agora... digam-me quem é que consegue ficar indiferente ou não dar importância a um filho esmorecido no colo, sem reacção, de cor roxeada, a revirar os olhos? A quantidade de sentimentos que num pequeno instante nos percorrem o corpo e que nos fazem sentir a fragilidade da vida! E a vontade de gritar bem alto (como se valesse de alguma coisa) “Simão volta para a barriga da mamã, aí estás mais seguro!”
Enfim... pode ser que um dia consiga alcançar essa segurança e esse distanciamento... a experiência ensina-nos a exercitar essas coisas.... até lá...
E Simão fica aqui um aviso para ti! Se queres medir forças com a mamã, brincamos ao “braço de ferro” Não voltas a fazer isto! Combinado??
Sábado, Julho 11, 2009
Terça-feira, Abril 28, 2009
O sapo e o Príncipe

O Simão já tem 17 meses e continua a crescer lindo, saudável e com as suas birras! Todos os dias tem novidades para contar, embora nem sempre eu as entenda... Não pára de correr, começa a compôr as primeiras frases, gesticula canções intemporais como as "doidas, doisas, doidas, andam as galinhas", é muito expressivo e tem pinta de aventureiro, [a última foi mesmo sair da cama de grades... sozinho. Diga-se que fiquei aflita quando o vi no chão... mas, dado o sorriso que retribuiu, acho que ele achou piada ao "espalhanço"!
Apresento-vos o seu grande amigo, o Sapo. Grande, literalmente, porque é do tamanho dele. Mas o Simão adora percorrer a casa com o sapo ao colo, um bom exercício de equilíbrio e um óptimo amparo nas quedas.
O que dizer mais... Está lindo o meu príncipe!
E se o virem por aí e lhe perguntarem como se chama, ele responde prontamente: "mimão"!
Apresento-vos o seu grande amigo, o Sapo. Grande, literalmente, porque é do tamanho dele. Mas o Simão adora percorrer a casa com o sapo ao colo, um bom exercício de equilíbrio e um óptimo amparo nas quedas.
O que dizer mais... Está lindo o meu príncipe!
E se o virem por aí e lhe perguntarem como se chama, ele responde prontamente: "mimão"!
Sexta-feira, Março 20, 2009
limpeza | arrumação | organização e afins
O atelier estava muito desarrumado e ... até chegar à arrumação perfeita vão demorar uns dias.
Quem por aqui passar, tenha cuidado
Vou tentar ser breve :-)
Até já
Quem por aqui passar, tenha cuidado
Vou tentar ser breve :-)
Até já
Sexta-feira, Janeiro 23, 2009
borboleta s. f., Zool, insecto que se caracteriza por voar de dia, possuir asas coloridas e brilhantes, corpo delgado, antenas espessas em forma de bastão e uma espécie de tromba, usada para sugar o néctar das flores, a qual se encontra enrolada e recolhida por baixo da cabeça quando não é utilizada.Apesar de me sentir mais como uma "barata tonta", a comparação com a borboleta parece-me ser mais agradável.
Ao contrário do que possa parecer, a produção no atelier continua activa mas decorre em ritmo compassado... tenho cada vez mais dificuldade em conciliar tudo... por isso ainda ando a "bricolar" encomendas feitas antes do Natal, mas que por não serem urgentes ficaram para agora. E, pela primeira vez, tive de recusar trabalhos por não ter tempo para os concluir... enfim...
Como não trabalho a tempo inteiro no atelier, como o meu menino precisa de muita brincadeira, como bla bla bla e isto e aquilo... alguma coisa tem de ficar para mais tarde... Quando tiver uns minutinhos como estes e as fotos à mão dos últimos trabalhos criados, coloco-os neste cantinho que está a ficar murcho... como eu...a precisar de "sugar" mais néctar das flores...
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